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sábado, 23 de agosto de 2014

Made in BraSil: Trio Amadeus


O nome TRIO AMADEUS é uma homenagem a Mozart. O estilo? Não é erudito puramente, mas também não é essencialmente popular. São os dois ao mesmo tempo. O diferencial começa pela formação do grupo. A base é a harpista e cantora lírica, Marcelle Chagas, e o violonista e cantor popular, Fábio Lopes. O terceiro integrante é sempre um músico convidado e dependendo da formatação do show, pode ser um violinista, um flautista, um guitarrista, ou até mesmo um percussionista. 

Marcelle é bacharel em canto lírico e harpa pela UFMG; Fábio é cantor, compositor, produtor, guitarrista e violonista.

Fábio concluiu seu bacharelado em Física, mas durante o mestrado em “Informação Quantica”, o trio Amadeus passava a ter cada vez mais compromissos, então ele decidiu também abandonar o mestrado para se dedicar ao AMADEUS com exclusividade.

sábado, 16 de agosto de 2014

DIA DO MAÇOM

A HISTÓRIA POR TRÁS DO DIA DO MAÇOM


Dia 20 de Agosto é o dia do Maçom, no Brasil, porque a Independência do Brasil, que foi realizada em 07 de Setembro, foi decidida na Loja Maçônica Comercio e Artes n°1 - GOB-RJ, depois do discurso proferido pelo Ir:. Joaquim Gonçalves Ledo.

A escolha da data foi em Belém-PA, em um conclave das Sereníssimas Grande Lojas Brasileiras, mas o motivo da escolha da data foi o Discurso do Ir:. Joaquim Gonçalves Ledo e, que muitos dizem ter sido proferido no dia 20 de Agosto e não no dia 07 de Setembro, que foi o dia da Independência do Brasil.

Independência do Brasil é como foi chamada a separação política entre a Colônia do Brasil e a Metrópole Portuguesa, declarada oficialmente no dia 07 de setembro de 1.822. O processo de Independência começou com o agravamento da crise do sistema colonial e se estendeu até a adoção da primeira Constituição brasileira, em 1824.

O Ir:. Joaquim Gonçalves Ledo foi um dos maiores autores da Independência do Brasil, se não o maior!

A peça de arquitetura que a seguir foi transcrita do Boletim Oficial do GRANDE ORIENTE DO BRASIL - GOB (Boletim de Julho/Agosto, de 1963), é dirigida ao hesitante Príncipe D. Pedro e entre seus arrojados conceitos lá esta a antecipação da Doutrina de Monroe. Vejam só:

Celebração do DIA DO MAÇOM na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo


 Texto original no site do GOSPDia 18/08/2014, próxima Segunda-Feira, as 20H00:

Faremos em Sessão solene na ALESP o lançamento para os Maçons paulistas do programa do GEAP (Grupo Estadual de Ação Política), com a presença do GOSP e Potências amigas, onde haverá a apresentação dos candidatos apoiados pelas Lojas.

Presença dos Grão Mestres da Maçonaria Paulista.

Reserve sua agenda para estar conosco.

Traje: terno preto sem paramentos para os Irmãos e social para seus convidados.

Mobilize sua Loja, convide seus amigos leve a família.

Candidatos: Só não pode levar material de campanha, pois é requisito da legislação.

Vamos estar em uma Sessão Solene e não em comício.

Política é como TV sem controle remoto: se você não se levantar para mudar, vai ficar assistindo ao que não quer!

GEAP - Grupo Estadual de Ação Política

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

MAÇONARIA E O MAÇOM CIDADÃO

 Texto original no site do GOB

Sabemos que a "Instituição maçonaria" costuma ser motivo de muita curiosidade e algumas vezes de especulação no meio da população; por ser uma sociedade filosófica carregada de simbologia, achamos naturais estas lucubrações, portanto, antes de tudo gostaríamos de defini-la para que possamos discutir alguns tópicos da relação dos seus membros com a sociedade onde ela está inserida. 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

PREVENINDO ALZHEIMER - Novos testes

O mal ou doença de Alzheimer é uma patologia identificada no cérebro, que produz atrofia progressiva dos neurônios com alteração do pensamento, raciocínio e memorização, comprometendo o indivíduo como um todo. Foi descrita pela primeira vez pelo médico patologista  alemão Alois Alzheimer em 1906. Ele fez autópsia num humano  com muitas lesões  no cérebro, que nunca haviam sido identificadas, com atrofias e placas estranhas e neurônios retorcidos.

As dificuldades em diagnosticar a doença começam com a divulgação de que o esquecimento faz parte do envelhecimento normal, o que nem sempre é verdade. Perdas frequentes de memorização, como onde deixou a chave de casa, esquecimento de números de telefone da família ou amigos e outras perdas de memória de fatos corriqueiros, deverão ser avaliados por médico especialista.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Diário Oficial publica lei que obriga presença de farmacêutico nas drogarias


Foi publicada ontem (11), no Diário Oficial da União, a Lei 13.021, que torna obrigatória a presença de um farmacêutico em drogarias, durante todo o horário de funcionamento. Com a norma, as farmácias deixarão de ser apenas estabelecimentos comerciais e passarão à condição de prestadoras de serviços de assistência à saúde. 

Segundo o Conselho Federal de Farmácia, medir pressão, glicemia, aplicar soro e vacinas estão entre os exemplos de serviços que a norma permite que sejam prestados nas farmácias. 

Outra função que caberá ao profissional é notificar os profissionais de saúde, órgãos sanitários e o laboratório industrial sobre efeitos colaterais, reações adversas, intoxicações e dependência de medicamentos. 

A nova lei, que entra em vigor em 45 dias, prevê ainda que as drogarias devem ter instalações adequadas sob o aspecto sanitário. Elas deverão ter equipamentos necessários à conservação de imunobiológicos, como vacinas e outros equipamentos exigidos pela vigilância sanitária. 

Há 20 anos no Congresso Nacional, a nova lei altera a Lei de Controle Sanitário do Comércio de Drogas e Medicamentos (Lei 5.991/1973), que atualmente exige a presença de "técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de Farmácia", o que permitiu a interpretação de que os técnicos podem ser profissionais de nível médio. Além disso, admite a substituição por "prático de farmácia" ou "oficial de farmácia", em localidades sem o profissional exigido. 

Aline Leal - Repórter da Agência Brasil
Edição: Stênio Ribeiro
AGÊNCIA BRASIL - ECONOMIA

sábado, 9 de agosto de 2014

PAI

SER PAI

Ser pai é ser forte
Ser pai é ser nobre 
Ser pai é compreender
Ser pai é ensinar
Ser pai é ser você

domingo, 3 de agosto de 2014

Erasmo de Roterdã vs. Martinho Lutero

Quando a poderosa Igreja Católica começou a ter sua autoridade moral questionada na Europa, por volta do final do século XV, em razão da corrupção e da lassidão de seus líderes, vários foram os pensadores, dentro e fora da própria Igreja, que defenderam reformas na instituição – quando não, a superação da mesma. Dois desses reformadores foram Erasmo de Roterdã e Martinho Lutero.

O espírito reformador

Erasmo, apesar de profundamente cristão, se opôs ao domínio da Igreja Católica na ciência, na cultura e na Educação. Seguia a linha de tradição de Tertuliano e Pelágio, que consideravam normal que leigos cultos pudessem perfeitamente conduzir a Igreja, recusando a exclusividade dessa função ao clero. Ele era, em grande medida, um produto da nova civilização urbana renascentista, e ficou contente em notar, por exemplo, que um número cada vez maior de escolas estavam sendo fundadas por pessoas laicas, quando a Igreja ainda reivindicava o direito de monopolizar o ensino. 

Essa defesa da diminuição do papel clerical na vida das pessoas era fruto de sua crença de que não podiam haver intermediários entre os cristãos e as Escrituras, e isso era um ponto que ele tinha em comum com todos os reformadores, numa época em que as tentativas de se estudar a Bíblia por si só constituíam prova circunstancial de heresia – e a pessoa poderia ir para a fogueira por isso. A imprensa popularizou o acesso às Escrituras de tal modo que os censores da Igreja já não podiam dar conta do volume de cópias publicadas, e Erasmo saudou esse acontecimento de sua Época:

"Será que Cristo ficaria ofendido que o leiam aqueles que Ele escolheu para seus ouvintes? Em minha opinião, o agricultor deveria lê-lo, junto com o ferreiro e o pedreiro, e mesmo prostitutas, alcoviteiras e turcos. Se Cristo não lhes recusou sua voz, tampouco serei eu a recusar-lhes seus livros”

A Bíblia era, para Erasmo, bem como para os reformadores, o centro da vida cristã. Rejeitavam o cristianismo mecânico da Igreja Católica e suas indulgências, peregrinações, privilégios especiais, todo o negócio de conquistar a salvação com dinheiro. 

Pontos de divergência com protestantes

Onde estaria, então, a salvação para os cristãos? Aqui é o ponto onde começam as divergências entre a reforma erasmiana e a luterana (e mais tarde, a calvinista).

Erasmo defendia que a salvação era conquistada com a devoção privada, de maneira direta, sem intermediários. A Igreja, na sua visão, precisava reduzir a teologia ao mínimo, de modo a simplificar a fé e a salvação. Os crentes poderiam ou não aceitar as definições oficiais dos teólogos, usando o próprio discernimento para solucionar as dúvidas. 

Sua proposta era abominável para os olhos da Igreja, ávida, pelo contrário, por mais controle e autoridade sobre os fiéis, mas também era incompatível com a ideia dos reformadores protestantes. Erasmo defendia uma reforma moral, pura e simples; para Martinho Lutero, uma reforma moral da Igreja era importante, mas não podia parar por aí. Ela só faria sentido se ocorresse dentro de um contexto de mudança institucional e correções drásticas na doutrina. Não era questão de apenas simplificar a doutrina mas de corrigi-la – o que significava mais doutrinas, não menos.

Os ataques e acusações entre católicos e protestantes

Erasmo se mantinha neutro com relação aos ataques violentos de Lutero contra o clero, e as respostas dos correligionários destes na mesma moeda. Lutero convocava a cristandade a “lavar suas mãos no sangue desses cardeais, papas e o restante da ralé da Sodoma romana”, enquanto os teólogos papistas bradavam pela execução “daquele pestilento flato de Satanás, cujo mau cheiro chega aos céus”. Lutero não abria mão de fazer valer suas doutrinas nas áreas de sua influência, e Erasmo deplorava o fato do líder protestante haver recorrido aos príncipes germânicos para apoiarem sua Reforma. O governante de cada Estado definir do alto a religião do seu povo era um acinte. Sendo pacifista e tolerante, não aceitava o princípio da “guerra justa” contra as religiões minoritárias, como Lutero defendia. Conforme escreveu ao duque da Saxônia: “tolerar seitas pode parecer-lhe um grande mal, mas ainda é muito melhor do que a guerra religiosa”. 

Erasmo contesta Lutero publicamente

Martinho Lutero publicamente mantinha uma postura de respeito frente a Erasmo, mas na verdade, via-o como um “cético orgulhoso”, um homem de pouca fé. Por sua vez, Erasmo considerava Lutero como um “godo”, um homem do passado, por conta de seu radicalismo fanático. 

A ampla disseminação das visões deterministas da salvação defendidas por Martinho Lutero obrigou Erasmo a sair da neutralidade. Em sua Discussão do Livre-Arbítrio (1524) rejeitou a ideia de predestinação, enfatizando a capacidade humana de obter a salvação pelos seus próprios meios, obtendo de Lutero uma resposta, como sempre rude. 

À medida que Lutero ia se impondo, Erasmo ia se afastando dos reformadores. Passou seus últimos dias em cidades tolerantes onde desejava escapar da guerra religiosa que estava por vir. Acreditava que o mundo estava enlouquecendo, e em uma de suas últimas obras, Sobre a Doce Concórdia da Igreja, fez seu último apelo por tolerância mútua, humildade, boa vontade e moderação. Foi atacado violentamente pelos dois lados, o católico e o luterano. 

A terceira via que não vingou

Alguns dos intelectuais mais proeminentes defendiam as propostas de Erasmo. O reformador moderado Ecolampédio escreveu-lhe, em 1522: “Não desejamos nem a igreja luterana, nem a católica. Queremos uma terceira”. Como todos sabem, infelizmente essa terceira igreja, como o próprio Erasmo se referia, não prevaleceu, e até hoje assistimos a essa disputa teológica entre católicos e protestantes, mas que pelo menos já sem as cenas de matança, guerras, expulsões, e conflitos violentos de tempos atrás. O mundo perdeu a chance de ter uma instituição religiosa mais tolerante e defensora da paz, como era o sonho de Erasmo, e em vez disso, viu aumentar cada vez mais as disputas e guerras em torno da fé com a Reforma e a Contra-Reforma.